De forma on-line a Dra. Maria Auxiliadora Budib, da Cassems, falou sobre o “Impacto na Regulação do TEA”, destacando a experiência do Instituto nesse âmbito como forma de levar sua experiência para os demais associados nas ações e desafios do atual cenário, que é de crescimento de casos e diagnósticos.“O cenário hoje é de desafio para a assistência à saúde, são custos diretos e indiretos, judicializações, novas terapias e tratamentos. A dificuldade de autorregulação e regulação emocional no Transtorno do Espectro Autista (TEA) gera forte impacto no comportamento, nas crises sensoriais e na convivência social e, consequentemente, grande impacto na gestão da saúde”, afirmou.Os custos diretos (terapias, reabilitação, consultas, indiretos (afastamento laboral dos pais, impacto econômico) e judicialização (terapias sem evidências científicas ou sem cobertura obrigatória) são desafios que refletem significativamente na gestão dos Institutos e exigem uma resposta específica que garanta o atendimento sem comprometer a sustentabilidade dos planos.
11º Meeting é marcado pela criação do Comitê de Avaliação de Incorporação de Tecnologia
A criação do Comitê de Avaliação de Incorporação de Tecnologias para Institutos não Regulados pela ANS, tema de reunião do 11 Meeting, foi defendida pelo Dr. André dos Anjos, presidente do Ipsemg, que falou sobre a experiência do Instituto.Segundo ele, a criação do comitê no âmbito do Conessp vai ajudar todos os Institutos ao oportunizar uma avaliação coerente que contribua para a sustentabilidade de todos os associados.Este comitê também será muito importante ao gerar um banco de dados que vai integrar, viabilizar e facilitar as decisões do gestor, dando acesso a novas tecnologias e novos tratamentos, priorizando o paciente, mas sem esquecer a sustentabilidade a médio e longo prazo.
Gestão de Conflitos para Empresas
A Dra. Betina Costa, especialista em gestão de conflitos para empresas, fala sobre os desafios do líder na gestão da saúde suplementar diante da necessidade de lidar com novas tecnologias e os desafios da IA.Para a especialista “não tem como listar competências, há, sim, necessidade de integrar competências e habilidades que deem respostas rápidas e precisas em um cenário tão complexo de mudanças e avanços tecnológicos”.Dra. Betina destaca que se a tecnologia avança, temos também que avançar com a tecnologia humana.
Meeting do Conessp em Brasília debate temas de interesse da saúde suplementar
Com o tema “Ampliando o acesso de forma sustentável”, a presidente do Conessp, Dra. Daniele Aita, abriu o 11 Meeting do Conessp (Conselho Nacional das Entidades de Saúde dos Servidores Públicos).Com destaque para um panorama do Conselho e sua atuação nos Estados, a presidente lembrou as características dos 15 Institutos associados, o volume de 5.345.943 vidas atendidas e os desafios de gerenciar a assistência privada da saúde suplementar.“Muito entusiasmada e feliz de estarmos realizando mais este evento, cada Instituto tem suas características próprias, mas é nas diferenças que podemos crescer e melhorar. Trouxemos para o debate temas essenciais e atuais na gestão da saúde suplementar, lembrando também a importância da ampliação do acesso à saúde, a incorporação de novas tecnologias e tratamentos e como fazer tudo isso de com os recursos disponíveis e mantendo o equilíbrio financeiro”, explanou.Com profissionais de grande expertise para falar de inteligência antifraude, impacto na regulação do TEA, competências mais importantes do líder na gestão de permacrise e contrato de compartilhamento de riscos nos tratamentos de alto custo, o Meeting contou com participação on-line dos Institutos e a presença de representantes de quatro Estados






